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AS MARCAS CORREM O RISCO DE MORRER?

As mudanças possibilitadas pela tecnologia, entre elas, o amplo acesso à informação, fez pender a balança do poder em direção aos consumidores. Hoje é muito comum você ir comprar uma determinada categoria de produto e saber mais dela do que a pessoa que está a sua frente tentando vendê-la. Pense em automóveis ou televisores, por exemplo. Antes de adquiri-los, a quantidade de informação que pode ser obtida é gigantesca, desde os sites das marcas, até os reviews de consumidores, passando pelos sites que pontuam as reclamações sobre problemas.

Um mundo de informação ampla fez com que alguns previssem que as marcas sucumbiriam ao ambiente. Afinal, os valores das marcas estão na confiança, no prestígio e na informação vivenciadas. Mas os fatos desmontam a teoria.

Entre as marcas mais valiosas dos rankings estão Google e Apple. Marcas de tecnologia, cujo grau de comparação pode ser objetivamente realizado com os seus concorrentes diretos Bing e Samsung. No entanto, mesmo não havendo nenhuma evidência de que o sistema de busca do Google é superior ao Bing, ou a convicção que existem smartphones melhores que o iPhone, a força de marca de ambas empresas consolida as lideranças que tem em seus segmentos. Apesar das comparações e das informações que os consumidores tem, a marca continua tendo valor para proteger, reforçar e ampliar as percepções de valor de produtos e serviços, mesmo em ambientes de tecnologia ou que usam muito pouco a publicidade tradicional de marca.

Para aumentar a perspectiva a respeito do assunto, e refletir sobre a força que as marcas mantém, segue texto do especialista em branding Mark di Somma:

What’s the half life of a digitally-built brand?

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