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MARCAS PODEM TE DESPERTAR E PROTEGER DE SEUS PIORES MEDOS?

A recente decisão da Grã-Bretanha em abandonar a União Europeia foi precedida por uma campanha vitoriosa que, dentre seus artifícios, utilizou o medo como método de convencimento. Nenhuma novidade. Medo vende. Seguros, softwares antivírus, agências de turismo, faculdades, ERPs, postos de gasolina, laboratórios de medicamentos. Todos colocam uma dose ajustada de medo para fazermos negócios. O conceito moderno de marca está ligado também a um dos principais medos dos seres humanos: a incerteza. Aquilo que se esconde do outro lado, cuja marca pode ser o antídoto certo para a tomada de decisão positiva de comprar.

Se isso está em nossas mentes, e as marcas já se utilizam disso, por que os políticos não o fariam também? As campanhas eleitorais são recheadas de medo. E se os imigrantes invadirem nosso país e tirarem nossos empregos? E se terroristas entrarem e explodirem nossos cidadãos? E, se Trump vencer, como será ter sua mão no gatilho nuclear? E, se a oposição vencer, como ficarão as “conquistas sociais” do Brasil?

Quem ganha e quem perde com isso? No caso britânico, o medo ajudou uma decisão radical que pode ter impactos fortes na marca do país. Para entender um pouco mais sobre o que pode acontecer com a Grã-Bretanha, clique aqui:

What would Brexit mean for ‘Brand Britain’?

 

 

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