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O dilema da inovação

Uma empresa que administra melhor, trabalha mais duro e não comete muitos erros está bem preparada para a inovação de ruptura? E se essa mesma empresa estiver constantemente analisando o mercado, ouvindo clientes e estimando potenciais de mercado? A resposta deste livro é que essa empresa em questão está fadada ao fracasso se uma inovação de ruptura a encontrar na próxima curva.

Tudo que representa boa técnica em administração é o veneno para falhar quando algo romper as regras do mercado. O autor coloca diversos exemplos, detalhados pela performance obtida antes e depois da ruptura inovativa. Líderes são muito bem sucedidos em inovações incrementais. Mas quando uma inovação inverte as regras do jogo e a curva de valor, geralmente trocando funcionalidade por conveniência, confiança e preço, o novo mercado ainda incipiente, incerto e pequeno demais não atraí atenção do líder. Além disso, mesmo se ele quiser participar do jogo, se o fizer dentro da estrutura existente, mais ou cedo ou mais tarde, irá sucumbir nas tentações do mercado tradicional.

Apesar de cases bem datados da década de 80 e início de 90, este livro segue um clássico atemporal, apontando que para aproveitar a inovação de ruptura é adequado montar uma estrutura ou empresa paralela, aceitar o erro, testar e não colocar todas as fichas em uma única alternativa de rentabilização. Aproveite!

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1 Comment

  • Reply Felipe Schmitt-Fleischer - Qual a música que sua marca quer dançar? - Felipe Schmitt-Fleischer

    […] ser o seu. Por isso, ao avaliar sua marca, localize qual problema ela resolve na vida das pessoas. Não é a tecnologia que a torna obsoleta. Mas a miopia em pensar que o mercado, as vendas e os lucros vão continuar lá para sempre. Por […]

    julho 10, 2019 at 8:11 am
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