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O branding na era dos assistentes inteligentes

O poder no jogo de consumo já mudou diversas vezes de mãos. A dominância já foi de varejistas a produtores, depois detentores de marca e mais recentemente consumidores. No entanto, um novo câmbio rápido empurrado pelo desenvolvimento de interfaces tecnológicas e inteligentes coloca uma sombra sobre o futuro das marcas e do mareting. Os assistentes tomam espaço no processo de decisão e compra de uma infinidade de itens, auxiliando as pessoas a pouparem tempo e dinheiro, dois recursos críticos. Mas em um mundo onde um dispositivo da Amazon vai escolher a marca do produto qual espaço sobra para o Branding?

 

Como toda mudança, quem se adaptar mais rápido vencerá o jogo do Branding

 

O poder de fato irá repousar na inteligência dos dispositivos quando eles tiverem nível de confiança alto com as pessoas. A partir desse estágio, delegaremos a responsabilidade completa pelas escolhas, claro baseadas em nossas preferências passadas. Neste novo modelo, as marcas poderão ter um conjunto riquissímo de informação a respeito dos seus consumidores e hábitos, além de um canal direto dentro das casas das pessoas. Nem todas as categorias passarão a este relacionamento menos pessoal, sem dúvida escovas de dente perdem para tablets neste quesito de interesse por parte dos consumidores. Nestes casos mais racionais, o espaço para Branding será mais científico, técnico e matemático.  Naquelas categorias com maior grau de interesse, continuará sendo fundamental uma relação com as pessoas. Por outro lado, o varejo físico não deixará de existir (hoje representa 90% das vendas globais), envolvendo a manutenção do laço de sentido e significado entre marcas e seu público.

Confira um excelente detalhamento das ameaças e oportunidades abertas com o novo relacionamento entre pessoas e marcas e seus impactos no Branding e no Marketing:

https://hbr.org/2018/05/marketing-in-the-age-of-alexa

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